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Política em Foco Em São Paulo

Flávio Bolsonaro diz que Marcha Para Jesus é resposta ao “mal” no governo e pede orações pelo Brasil

Senador participou pela primeira vez do evento em São Paulo e defendeu uma “guerra espiritual” contra adversários políticos

04/06/2026 21h57
Por: Redação Fonte: Mais Região
Reprodução
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Durante participação na 34ª edição da Marcha Para Jesus, realizada nesta quinta-feira (4), em São Paulo, o senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que o evento representa uma resposta ao que classificou como “mundo do mal”, que, segundo ele, estaria no comando do governo brasileiro. Em discurso aos fiéis, o parlamentar pediu orações pelo país e declarou que a disputa política atual também possui uma dimensão espiritual.

“Vamos orar pelo nosso Brasil. Esta guerra é espiritual, e hoje é a maior resposta que nós podemos dar ao mundo do mal, que vai ser expulso do governo deste Brasil este ano”, afirmou o senador durante a manifestação religiosa.

Esta foi a primeira participação de Flávio Bolsonaro na Marcha Para Jesus. Em entrevista aos organizadores do evento, ele voltou a destacar a importância da fé diante dos desafios políticos e lamentou a ausência do ex-presidente Jair Bolsonaro, seu pai. O ex-chefe do Executivo cumpre prisão domiciliar em Brasília após condenação relacionada aos atos golpistas investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A edição deste ano da marcha reuniu diversas autoridades, entre elas o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB), além de parlamentares, líderes religiosos e integrantes dos Poderes Executivo e Judiciário.

A participação de Flávio ocorre em meio à intensificação de sua pré-campanha presidencial para as eleições de 2026. Nos últimos dias, o senador cumpriu agenda política em Minas Gerais e também passou a enfrentar críticas de aliados do governo federal após investigações comerciais conduzidas pelos Estados Unidos resultarem na recomendação de novas tarifas sobre produtos brasileiros. O Palácio do Planalto atribui a articulação das medidas à oposição, enquanto aliados do senador rejeitam a acusação.

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