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Ivoneide sai em defesa de Jaques Wagner, cobra tratamento igual da PF e cita ACM Neto e Flávio Bolsonaro

Deputada federal afirma confiar na inocência do senador, diz que investigações devem continuar e questiona por que outros nomes citados em denúncias não foram alvo de buscas.

30/06/2026 23h27
Por: Redação
Foto: Anderson Almeida/Mais Região
Foto: Anderson Almeida/Mais Região

A deputada federal Ivoneide Caetano (PT) saiu em defesa do senador Jaques Wagner (PT) nesta terça-feira (30), durante entrevista ao Mais Região, em Camaçari. Questionada sobre a investigação envolvendo o senador e a notícia de que ele teria procurado o ministro do STF André Mendonça antes da operação da Polícia Federal, a parlamentar afirmou confiar na honestidade de Wagner e defendeu que todos os fatos sejam apurados.

Segundo Ivoneide, o histórico político do senador reforça sua confiança de que ele esclarecerá as acusações. A deputada destacou ainda que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva fortaleceu a atuação da Polícia Federal e afirmou que não há interferência nas investigações. “Se tem que investigar, vamos investigar. Eu continuo confiando na lisura e na honestidade de Wagner”, declarou.

Ao responder um novo questionamento do Mais Região sobre a substituição do delegado da Polícia Federal que atuava no gabinete do ministro André Mendonça, Ivoneide voltou a defender a autonomia da corporação e citou o próprio caso de Jaques Wagner como exemplo. “Ele era líder do governo e teve busca e apreensão na casa dele. Você nunca viu isso em outro governo”, afirmou.

A deputada também elevou o tom ao questionar o alcance das investigações. Segundo ela, outras pessoas mencionadas em denúncias deveriam receber o mesmo tratamento dado ao senador petista. “Tem denúncia de ACM Neto, tem denúncia do filho de Bolsonaro, áudio do Flávio… Todo mundo viu. Por que não teve busca e apreensão contra Flávio Bolsonaro, ACM e tantos outros?”, questionou.

As declarações foram dadas após Jaques Wagner evitar responder perguntas da imprensa sobre a investigação e deixar a inauguração da Policlínica Regional de Camaçari sem participar da coletiva concedida pelo governador Jerônimo Rodrigues e pelo ministro Rui Costa.

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