Da Redação Estudantes universitários de Dias D?Ávila que estudam em outros municípios correm o risco de abandonar a graduação por não terem condições de arcar com os custos do transporte para ir às aulas. Segundo eles, como não estão recebendo em dias, o auxílio para custear o ônibus, têm que pagar o valor de R$ 150 a partir dos próprios recursos. A primeira parcela do pagamento deste ano deveria ter sido efetuada pela prefeitura no último dia 10, mas de acordo com depoimentos dos alunos, até o momento a bolsa auxílio de R$ 135 ainda não foi depositada. ?Tivemos que tirar R$150,00 do bolso e até agora não fomos ressarcidos?, lamenta um universitário que preferiu preservar sua identidade. Nas redes sociais os apelos e questionamentos em relação ao pagamento são inúmeros. Os estudantes chegaram a fazer, inclusive, uma manifestação na Praça ACM para cobrar o benefício. Muitos lembram que cursam o nível superior por possuírem bolsas educativas e necessitam da ajuda do governo para continuarem os estudos. A novela sobre o transporte universitário começou no início do ano passado. Antes os estudantes pagavam uma parte e a outra era custeada pelo município, porém quando a prefeita Jussara Márcia (PT) assumiu, o acordo foi descumprido. Os estudantes então, começaram a fazer protestos exigindo a volta do transporte. Com isso o governo municipal garantiu a ajuda financeira através da Lei n° 389/2013. Procurado pela reportagem do Mais Região, o secretário Municipal de Desenvolvimento e Proteção Social (SEDES), Balbino Viana, informou que o dinheiro estará disponível nas contas dos estudantes cadastrados até esta quinta-feira (27/07). Segundo ele, o pagamento foi enviado na última segunda-feira (24) à Caixa Econômica Federal, mas o banco teve um problema técnico e não conseguiu realizar o repasse. Viana esclareceu ainda, que o pagamento não foi efetuado no dia 10, porque a secretaria teve que avaliar todos os dados fornecidos pelos alunos durante o recadastramento, para constatar se eles se encaixam no perfil do programa e ainda excluir alunos formados ou desistentes. (Foto: Arquivo Mais Região)
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