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Falta de asfaltamento no Polo de Apoio atrapalha desenvolvimento

Segundo o presidente da Associação de Empresas do Polo Empresarial as empresas estão perdendo negócios porque os clientes evitam visitar os fornecedores.

07/03/2014 18h11
Por: Redação
Da Redação Problemas causados pela falta de asfaltamento na estrada de acesso ao Polo de Serviços Governador César Borges, mais conhecido como Polo de Apoio de Dias D?Ávila, pode prejudicar o desenvolvimento das empresas instaladas na região. A situação da estrada está tirando a paciência de condutores e pedestres que já usam, inclusive, as redes sociais para denunciar o descaso. Os buracos espalhados em todas as pistas dificultam a vida dos trabalhadores, principalmente no período chuvoso, quando acontecem os alagamentos. Os clientes das empresas instaladas na região também desanimam com a falta de infraestrutura e muitas vezes desistem de contratar os serviços, o que resulta em prejuízos e a falta da geração de novas receitas para os empresários. Segundo o presidente da Associação de Empresas do Polo Empresarial Gov. César Borges, Walter Papi, a situação está dificultando bastante o desenvolvimento da cidade, as empresas estão perdendo negócios porque os clientes evitam visitar os fornecedores. Além disso, o custo dos produtos fica mais alto, por conta da manutenção dos equipamentos. Papi ainda informou que em 04 março de 2013, a prefeita da cidade, Jussara Márcia (PT), ofereceu um café da manhã aos empresários da cidade e durante o encontro se comprometeu em proceder com o serviço de asfaltamento. Os empresários aproveitaram a oportunidade e entregaram um documento com as solicitações de asfaltamento e da escritura definitiva das áreas. Em 11 junho, no 1º Fórum Dias D?Ávila Polo de Oportunidades, a prefeita mais uma vez reiterou o comprometimento do governo em realizar o serviço e disse que estaria esperando passar a temporada de chuva para resolver a situação. Como a promessa de melhoria não foi cumprida, a Associação provocou mais uma reunião no início de novembro do ano passado e a gestora informou que a empresa contratada teria desistido, mas a prefeitura estaria resolvendo o problema. Para amenizar as dificuldades de acesso, ela propôs fazer um paliativo nas ruas com a distribuição de cascalhos nas vias mais críticas, porém nada foi feito. ?Estamos esperando até hoje, não foi feito nada e não temos nenhuma informação. Nos sentimos abandonados?, declarou o Papi. Outro problema enfrentado pelas empresas é a dificuldade de conseguir financiamentos por falta da regularização fundiária, proposta que até o momento o governo não cumpriu. Atualmente o Polo de Apoio gera cerca de 5 mil empregos diretos e por oferecer os serviços essenciais para a sustentação de grandes companhias teria possiblidade de atrair mais investidores e com isso gerar mais emprego e renda, mas a falta de investimento na infraestrutura não corresponde as expectativas e bloqueia o progresso das empresas locais.   Foto: Reprodução/Leitor
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