Segundo os pesquisadores, a cada aumento de 1% na quantidade de curtidas, cliques e links e atualizações de status resulta em um declínio de 5% a 8% em índices de saúde mental.
Os pesquisadores defendem que o aumento nas interações virtuais por redes sociais é, geralmente, acompanhado de diminuição em interações sociais "ao vivo".
“As associações negativas do Facebook foram no mesmo patamar ou ainda superiores do que os impactos positivos relacionados a interações offline, o que sugere uma troca entre relacionamentos offline e online”, afirma o estudo.
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