Estamos num momento de deflação de alimentos, vivemos neste último ano a maior queda no preço dos alimentos em quase 30 anos. Este é um fato novo, ou seja, é o “vento que sopra” sem que tenhamos influência sobre ele.
Ocorre que teremos neste ano, alguns adventos adicionais ao nosso calendário anual. O primeiro é a Copa do Mundo, onde a temática e o ambiente pode afetar a economia, e assim, atingir os resultados do comércio. O outro é a Eleição Presidencial e o desdobramento deste evento na economia Brasileira. Percebam que todos estes fatos são “ventos que sopram” sem a nossa interferência, mas podemos e devemos ajustar as velas para que possamos navegar em 2018 com um destino claro.
Este seguramente será mais um ano desafiador para o povo brasileiro, por isso, invista na criatividade, busque todas as alternativas disponíveis. Gaste mais tempo planejando o seu dia a dia.
Tenha fé, em minha opinião a fé é um combustível que nos leva aonde queremos chegar. Quanto menor for a fé, menos força teremos para seguir, mas não espere acontecer, acredite e faça acontecer.
Tem um verbo pouco usado que é o ESPERANÇAR, como dizia o ilustre Paulo Freire, a esperança é diferente de esperançar:
"É preciso ter esperança, mas ter esperança do verbo esperançar;
porque tem gente que tem esperança do verbo esperar.
E esperança do verbo esperar não é esperança, é espera.
Esperançar é se levantar,
esperançar é ir atrás,
esperançar é construir,
esperançar é não desistir!
Esperançar é levar adiante,
esperançar é juntar-se com outros para fazer de outro modo...”
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