Ele também citou a importância de estudar a venda de cada estatal antes de tomar uma decisão. "Não é jogar para cima e ficar livre. Qualquer privatização tem que ser responsável", afirmou.
Antes de ser eleito, Bolsonaro já havia dito ser a favor das privatizações, mas com resistência a empresas consideradas “estratégicas” ao Estado, como a Eletrobras e a Petrobras. Na época, às vésperas do segundo turno das eleições 2018, o então candidato havia citado o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e a Furnas como outros exemplos de estatais que não planejava ceder à iniciativa privada.
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