"Eles têm que saber que a partir de janeiro o Lula estará nas ruas outra vez", afirmou nesta terça-feira (10), o ex-chefe de Estado (2003-2011), em uma cerimônia em São Paulo, por ocasião do lançamento de uma nova edição do seu livro "A Verdade Vencerá".
Lula, libertado em novembro após 580 dias na prisão, garantiu que tem "um compromisso de fé com o povo brasileiro" e nas futuras marchas "vai provar" ao Brasil que "não pode ser governado pelo tipo de gente" que atualmente se encontra no Executivo liderado por Jair Bolsonaro.
"Esta gente que está aí, que eu considero gente do mal, não está lá para construir, mas para destruir" as conquistas sociais que, disse, foram alcançadas durante os governos do Partido dos Trabalhadores (PT), no seu mandato e no da sucessora Dilma Rousseff (2011-2016).
Durante o discurso, Lula voltou a lançar duras críticas contra os juízes que o condenaram e aos procuradores da Operação Lava Jato, que construíram "mentiras apoiadas pela imprensa" para impedir o seu regresso ao poder.
"Estou consciente de que não me vão dar tréguas, mas também estou certo de que não lhes vou dar tréguas", disse, no meio dos aplausos dos apoiantes.
Quadro Atualizado Roberta Roma deixa unidade semi-intensiva e é transferida para quarto em Salvador
Calendário Alterado A 6 dias da eleição, governo antecipa pagamento para todos os beneficiários do Bolsa Família
Em São Paulo Deputado estadual Marcelo Aguiar é detido após disparo em bar
Justiça TSE dá 24 horas para Meta dar informações sobre igualdade de campanhas
Eleições 2026 André Janones é internado na UTI após arritmia cardíaca depois de debate entre Lula e Flávio
ELEIÇÕES 2026 Flávio Bolsonaro tem 50,3% e Lula, 49,7% dos votos válidos, aponta BTG/Nexus a seis dias do 2º turno