O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, encaminhou aos colegas de corte um ofício sigiloso informando que foi descoberta uma célula terrorista com preparação para "agressões contra ministros deste tribunal". A informação foi repassada pela Polícia Federal ao ministro Alexandre de Moraes, relator do processo que investiga ataques ao Supremo. O caso foi divulgado pelo jornal Folha de S. Paulo.
Moraes repassou a informação a Toffoli, que enviou um documento aos colegas alertando sobre os riscos e recomendando que, diante da gravidade do alerta, "reforcem a segurança pessoal nas atividades cotidianas". Segundo interceptações da PF, os supostos terroristas teriam dito, em suas comunicações, que os ministros mantêm uma rotina que facilita o contato físico e visual. Seriam, portanto, autoridades de fácil acesso a indivíduos que pretendem fazer algum ataque.
A mensagem da célula terrorista teria sido captada em janeiro, na deep web, e teria sido disparada pela Unidade Realendo Marcelo do Valle.
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