Dois anos depois do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, em 14 de março de 2018, no Rio, perguntas cruciais sobre o caso seguem sem respostas. O policial militar reformado Ronnie Lessa e o ex-PM Élcio Queiroz foram presos há um ano, acusados de serem os executores do crime - eles negam -, mas os mandantes não foram identificados. Lessa e Queiroz devem ser submetidos a júri popular este ano.
As principais linhas de investigação foram sendo descartadas sem que outras tenham vindo a público. Como o caso é mantido sob segredo de Justiça, pontos básicos do crime, como a motivação do assassinato, continuam desconhecidos. Ainda nestes dois anos, acusações graves foram feitas à equipe de investigação da Polícia Civil - que receberia propina de milicianos - e uma "investigação da investigação" chegou a ser instaurada pela Polícia Federal. Os resultados das apurações nunca foram apresentados.
Quadro Atualizado Roberta Roma deixa unidade semi-intensiva e é transferida para quarto em Salvador
Calendário Alterado A 6 dias da eleição, governo antecipa pagamento para todos os beneficiários do Bolsa Família
Em São Paulo Deputado estadual Marcelo Aguiar é detido após disparo em bar
Justiça TSE dá 24 horas para Meta dar informações sobre igualdade de campanhas
Eleições 2026 André Janones é internado na UTI após arritmia cardíaca depois de debate entre Lula e Flávio
ELEIÇÕES 2026 Flávio Bolsonaro tem 50,3% e Lula, 49,7% dos votos válidos, aponta BTG/Nexus a seis dias do 2º turno