A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia negou nesta terça-feira (8) um habeas corpus e manteve preso o tenente da Polícia Militar Carlos Antônio de Jesus Santos. O oficial é um dos seis que participaram da morte do também policial militar, o soldado Ítalo Pessoa Andrade e do ex-fuzileiro naval Cléverson Santos Ribeiro. O crime ocorreu no final da manhã do dia 11 de setembro no condomínio Moradas do Jacuípe, localizado em Barra do Jacuípe, em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador.
Carlos Antônio de Jesus Santos é acusado de integrar um grupo de milicianos envolvido em grilagem de terras em Camaçari. No dia do crime, o soldado e o ex-fuzileiro naval foram até a casa de um posseiro na companhia do dono do terreno. Conforme a investigação, o posseiro, identificado como Antônio Roberto Garrido Rodrigues, teria recebido os três, dissimuladamente com cortesia, e telefonou para alguns dos milicianos, que não demoraram a chegar ao terreno.
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