Há mais de um ano a pandemia do novo coronavírus se estabeleceu no Brasil gerando vários estragos, lamentavelmente ceifando vidas e destruindo famílias, como também estabelecendo novas regras em nosso cotidiano, restringindo o convívio social.
Com as mudanças, principalmente com o decreto de isolamento social, muitas empresas tiveram que suspender as atividades presenciais e estabeleceram o home office para os colaboradores. De casa, as pessoas trabalham na frente de um laptop e com o telefone em mãos, muitas vezes se dedicando dobrado (tema para um próximo texto).
Podemos perceber que com a restrição de circulação e deslocamento de pessoas tivemos alguns benefícios, digo, o meio ambiente. Muitas mudanças positivas são perceptíveis com a baixa atividade humana, por exemplo:
A diminuição de carros nos grandes centros e consequentemente seus emissores poluentes tem proporcionado melhor qualidade no ar que respiramos;
Logo no início, com as praias vazias, algumas especies marinhas em extinção eram vistas por biológos em fase de reprodução, como a tartaruga de couro;
Com menos pessoas nas praias, menos resíduos plásticos e lixo nas areias;
Em Veneza, na Itália, com a redução do turismo e das embarcações, as águas ficaram limpas, revelando a vida e beleza aquática por baixo de um dos mais famosos destinos turísticos do planeta.
São essas pequenas mudanças temporárias que nos levam a refletir como o ser humano tem o poder de destruir como também de conservar nosso espaço natural. Ter a consciência ambiental, adotar políticas de sustentabilidade, diminuir o padrão de consumo podem reduzir degradação ambiental, basta querer e ter autorresponsabilidade.
Que tal nesta pandemia adotarmos pra vida ao menos uma medida sustentável? Existem aqueles acessíveis e baratas, como:
Reciclar
Reduzir o consumo do plástico
Reusar
Separar o lixo
Evitar desperdício de alimentos
Trocar o carro por outras alternativas, como usar veículo coletivo ou bicicleta.
Maryane Meira Ovelha verde
Maryane Meira Práticas sustentáveis