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Mata de São João É do Povo

Gualberto diz que votaria em Ciro Gomes numa terceira via em 2022

Com a polarização, Ciro Gomes tenta emplacar como terceira via para ser o próximo presidente

26/05/2021 10h17 Atualizada há 5 anos atrás
Por: Fonte: Mais Região
Matheus Lopes
Matheus Lopes

Em entrevista na manhã desta quarta-feira (26), no programa É do Povo, na Sauipe FM, o prefeito de Mata de São João, João Gualberto, afirmou que votaria em Ciro Gomes para presidente da República. Com a polarização concretizada entre Bolsonaro e Lula, Ciro Gomes tenta emplacar como terceira via para ser o próximo presidente.

Para João, a polarização entre Bolsonaro e Lula é ruim para o Brasil. “Eu rezo muito para que isso não aconteça. Eu já falei algumas vezes que é o sonho de consumo de Lula é concorrer com Bolsonaro e, vice e versa. Isso é péssimo para o Brasil, ficar na polarização, pois qualquer desfecho é muito ruim, seja Lula, seja Bolsonaro. Nem um dos dois é o que o Brasil quer!”, observa.

Diante do cenário atual, Gualberto pretende optar por Ciro Gomes, numa terceira via.“Se você me perguntar entre os Lula, Bolsonaro e Ciro, eu votaria em Ciro. Embora fale demais, e não tem coerência nas suas alianças políticas. Ciro foi governador do Ceará e prefeito de Fortaleza e fez um excelente governo, principalmente na área da educação. Em função do passado e sobre o que ele fez enquanto político eu votaria nele. Acho uma terceira via importante, e Ciro Gomes é uma terceira via viável”, explica.

Durante a entrevista, Gualberto responsabilizou o presidente Jair Bolsonaro pela falta de vacinas contra Covid-19, culpando pela demora de fechar acordos de aquisição dos imunizantes. “Bolsonaro é muito irresponsável. Se não temos vacinas é culpa do governo Bolsonaro. Naquele momento, em fevereiro, março e abril, se eu fosse o presidente da República, o que aparecesse de vacina iria fechar contrato e depois quando chegasse a hora certa concretizaria ou não o contrato. Se não temos vacina o suficiente é culpa de Bolsonaro”, frisa.

Confira a entrevista na íntegra:

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