Para o discurso de abertura da Assembleia-Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), na terça-feira (21), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi aconselhado a sinalizar a disposição do Brasil em fazer doações de vacinas contra o coronavírus à comunidade internacional.
A recomendação foi dada tanto por integrantes do Ministério da Saúde como do Palácio do Itamaraty, em um esforço para tentar melhorar a imagem internacional do país, um dos que apresentou maior número de mortes pela doença.
O governo federal discute, em um primeiro momento, fazer doações a países da América do Sul, como Paraguai e Bolívia. A expectativa, no entanto, é de que elas sejam feitas apenas no ano que vem, quando o Brasil tiver capacidade de produzir uma vacina nacional com a transferência da tecnologia do imunizante da AstraZeneca.
Em conversa com a CNN, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, ressaltou que o discurso do presidente ainda não foi finalizado, mas lembrou que o Brasil é signatário de declaração do G20 que defende o fortalecimento dos sistemas de acesso universal à saúde e a democratização do acesso às vacinas.
“O presidente vai mostrar para o mundo o sucesso da nossa campanha de vacinação”, disse à CNN o ministro, que acompanha o presidente em Nova York.
ELEIÇÕES 2026 Flávio Bolsonaro tem 50,3% e Lula, 49,7% dos votos válidos, aponta BTG/Nexus a seis dias do 2º turno
Debate na Band Flávio é cobrado por R$ 134 mi de Vorcaro e cita R$ 30 mi a instituto Lula
Eleições 2026 Flávio questiona sobre Luchsinger e Lula diz que ela é questão da PF
Ato na Barra Capitão Alden rebate Ivoneide sobre a BYD e acusa deputada de divulgar informação falsa
Eleições 2026 Em ato com Flávio e Nikolas, Diego Castro aposta em crescimento expressivo no 2º turno na Bahia
Caso Master Flávio Bolsonaro atribui diferença de valores de Dark Horse a contrato não cumprido