Por meio da Secretaria de Atenção Primária à Saúde, o Ministério da Saúde lançou um manual que visa orientar profissionais da área no atendimento e orientação de mulheres vítimas de aborto. O documento foi disponibilizado nesta semana.
O guia defende que não existe aborto ‘legal’ e diz que os casos em que há “excludente de ilicitude” devem ser comprovados após “investigação policial”. As informações são do G1 e do Metrópoles. Não existe aborto ‘legal’ como é costumeiramente citado, inclusive em textos técnicos. O que existe é o aborto com excludente de ilicitude.
Todo aborto é um crime, mas quando comprovadas as situações de excludente de ilicitude após investigação policial, ele deixa de ser punido, como a interrupção da gravidez por risco materno – diz trecho do texto.
Os créditos do guia apontam o secretário nacional de Atenção Primária, Raphael Camara, como editor geral.
A legislação brasileira permite a interrupção da gravidez em casos de estupro, risco para vida da gestante e feto anencéfalo.
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