Ola, tudo bem com você?
Este mês quero conversar sobre um tema que considero um aprendizado constante, exigente de adaptação, de muito respeito e compreensão.
O que para nós, brasileiros natos, não deveria ser nada complicado, né? Afinal, somos por natureza, miscigenados de costumes, hábitos, culinárias além de crenças diversas, atestando diariamente nossa riqueza, certo?
Então que tal incorporar ainda mais riqueza em nosso aprendizado e saber um pouco mais sobre LGBTQIAP+ e em como não trata-los? Sim, isso mesmo, você leu certo, eu disse “não trata-los”, e vou te dizer como:
Não saia perguntando tudo!
Pessoas LGBTQIAP+ não precisam compartilhar suas vivencias e intimidades só para matar suas curiosidades. Se você tem dúvidas, pesquise e só pergunte a alguém se a pessoa se sente confortável antes de discutir o tema com você. Desta forma, você evita constrangimentos entre ambas as partes.
Não tire ninguém do armário!
Se existe uma pessoa que não se sente a vontade em expor sua orientação sexual ou identidade de gênero, não a pressione, muito menos estabeleça um rotulo a partir de seu julgamento. O autoconhecimento é um processo particular, pessoal e intransferível. Cada um tem o seu momento!
Não force estereótipos!
Esqueça qualquer caricatura LGBTQIAP+ que você viu na TV. O dia a dia dessas pessoas ainda é de muita insegurança diante da violência, mas apesar de tudo, elas emanam muito orgulho e amor.
Não estabeleça seus valores e crenças!
Liberdade é amada para todos nós, não é mesmo?. Ser LGBTQIAP+ não é uma escolha e nem deve ser confrontado por ninguém. O preconceito mascarado de opinião não pode ser tolerado. Por isso, repeito acima de tudo!
Não deixe de proteger pessoas LGBTQIAP+
Desde a infância essas pessoas sofrem repressão, a exclusão aparece muito antes mesmo do sentimento de ser excluído. Apoie e proteja pessoas LGBTQIAP+ que lutam não só pelo respeito, mas acima de tudo pela sobrevivência.
O movimento LGBTQIAP+ é necessário e representa a união da pluralidade. Quando aprendermos a conviver em harmonia e respeito ao que é diferente, será mais pacífico vislumbrar uma sociedade ainda mais justa e coerente à diversidade.
Nos vemos no mês que vem!
Grande Abraço.
Lizandra Cruz Monteiro
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