O técnico Tite, da Seleção Brasileira, afirmou que não irá a Brasília após a Copa do Mundo, seja em caso de vitória ou de derrota no torneio. A declaração foi dada por ele em uma entrevista publicada pelo jornal O Globo neste domingo (23).
– Eu não vou [a Brasília], nem ganhando nem perdendo. A Seleção pode ir e eu não vou. É uma questão pessoal. E ela não depende de quem vai ganhar a eleição. Eu falei isso [pela 1ª vez] quando era o Michel Temer presidente. Não me sinto confortável, não é o meu chão – declarou.
Perguntado sobre o significado político que a camisa da Seleção possui atualmente, Tite afirmou que não luta “essa batalha” e que esse embate deve ficar com os torcedores.
– Pega essa torcida e deixe que ela fique com essa batalha [política]. Eu não luto essa batalha. A batalha do futebol é a da educação, da competição para ser melhor, mas com limites éticos, e a de ser o mais arrojado, o mais criativo. E a de respeitar nossas origens – disse.
Ao ser questionado sobre o posicionamento adotado por ele em 2021, quando foi contrário à realização da Copa América, que aconteceu no Brasil, Tite disse ter encabeçado e feito o pedido para que o torneio não ocorresse “porque não havia atmosfera humana”.
– Eu encabecei e fiz o pedido, porque não havia atmosfera humana. Então, quando há necessidade de se posicionar, a gente faz. Às vezes, sem o devido alarde. Ninguém deixou de se posicionar – completou.
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