Seguindo a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Associação Pan-Americana de Infectologia (API), o Ministério da Saúde determinou que vítimas de violência sexual passaram a ser grupo prioritário para vacinação contra o HPV.
A medida tomada pela pasta tem o intuito de garantir o atendimento de pessoas de 9 a 45 anos que não são vacinadas ou que ainda não completaram o esquema de imunização. A vacina HVP quadrivalente, disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS), tem a capadidade de proteger contra as principais complicações geradas pela infecção sexualmente transmissível.
Antes da nova determinação, a vacina era aplicada somente em crianças e adolescentes, entre 9 e 14 anos, e em pessoas na faixa etária de 9 a 45 anos em condições clínicas, entre elas: as que vivem com HIV/Aids; transplantados de órgãos sólidos ou medula óssea; pacientes oncológicos; imunossuprimidos ou em tratamento com drogas imunossupressoras.
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