O governo federal mandou para o Congresso Nacional um projeto de lei com mudanças nas regras do Ensino Médio. Esse texto substitui o chamado Novo Ensino Médio, que os especialistas criticaram muito por considerarem que aumenta a desigualdade entre o ensino público e o privado.
No governo Michel Temer, a carga horária dos três anos do Ensino Médio tinha aumentado para 3 mil horas, só que a carga obrigatória era de 60% desse tempo. O restante era reservado aos chamados itinerários formativos. Cada aluno poderia escolher sua área de interesse entre linguagem ou matemática ou ciências humanas ou da natureza. O problema é que escolas públicas raramente ofereciam esses 40% adicionais de carga horária.
A proposta do governo é voltar a ter carga horária de 2,4 mil horas obrigatória e todas as disciplinas retornam para essa grade obrigatória. As escolas ainda poderão oferecer os itinerários formativos, mas cada um terá que abranger pelo menos três áreas de conhecimento em vez de uma só.
Para os cursos de formação profissional, a carga obrigatória poderá ser menor: 2,1 mil horas. Mas esses cursos exigirão, no mínimo, outras 800 horas de formação técnica.
O texto também revoga a permissão para atuação no magistério de profissionais não licenciados que tenham “reconhecimento de notório saber”.
Camaçari Projeto Democracia na Medida leva formação cidadã a 86 adolescentes em unidades socioeducativas da Bahia
Polícia Homem é preso em Salvador por furto de motocicletas em São Sebastião do Passé
Investigação Operação Iceberg prende último alvo e completa 12 capturas na Bahia
Mata de São João Açougueiro é preso preventivamente após atacar esposa com faca em Imbassaí; filhos presenciaram violência
JUSTIÇA MPBA denuncia sete PMs por supostas agressões durante Carnaval de Salvador
Novidade Zangão Motos inaugura loja especializada em motos elétricas neste sábado (26) em Malhadas