Até setembro deste ano, cerca de 66 mil pacientes estavam na lista de espera para o transplante de órgãos no Brasil. Segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), divulgado nesta segunda-feira (11), apontam um crescimento de quase 13% em relação ao período do ano passado, quando o total foi de 58.908 pacientes.
Segundo a associação, um dos principais obstáculos para o crescimento das doações e redução da fila é a baixa taxa de efetivação. Conforme o boletim trimestral, a taxa de doadores efetivos é de 20,3 por milhão de pessoas (pmp), 3,3% abaixo da previsão.
O valor da taxa é influenciado pela recusa familiar, que representa um total de 45% dos motivos para que os órgãos não possam ser doados. Em segundo lugar está a contraindicação médica, que corresponde a 18% dos casos.
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