Camaçari registrou um caso de raiva em outubro, segundo a prefeitura, que informou o monitoramento das pessoas que tiveram contato com o cachorro, explicou que o Centro de Controle de Zoonoses realizou bloqueio vacinal na área, detalhou que mais de 37 mil cães e gatos foram vacinados neste ano e ressaltou que as ações preventivas seguem ativas em todo o município.
De acordo com a prefeitura, o caso envolveu um cachorro, e todas as pessoas expostas foram acompanhadas pela Secretaria de Saúde. Após a confirmação, o Centro de Controle de Zoonoses executou bloqueio vacinal nos animais da região onde a ocorrência foi identificada. O município mantém ações contínuas de prevenção, incluindo a vacinação de mais de 37 mil cães e gatos ao longo de 2025.
Lacen descarta caso em Salvador
O Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia, Lacen, revisou o diagnóstico inicial que apontava raiva em um filhote de cachorro em Salvador e, após novo exame, descartou a doença. A Secretaria da Saúde do Estado explicou que o protocolo inclui dois testes obrigatórios para confirmação. O primeiro, realizado em 28 de novembro, havia dado positivo. Já o segundo, cujo detalhamento não foi informado, apresentou resultado negativo, o que levou à revisão da informação divulgada anteriormente.
Com a negativação, Salvador retorna ao marco de quase 20 anos sem registros de raiva em cães e gatos, mantendo apenas casos confirmados em morcegos e equinos em 2025. A Prefeitura destacou que todas as ações de vigilância permanecem ativas, incluindo bloqueio vacinal nas áreas por onde o animal circulou, busca ativa, visitas casa a casa e monitoramento contínuo da circulação viral.
O CRMV informou que dois cavalos também testaram positivo para raiva. O primeiro caso foi registrado em 28 de janeiro, com laudo emitido dois dias depois, e o segundo ocorreu em novembro. As análises foram feitas pelo Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia. A entidade destacou ainda que havia suspeitas adicionais na mesma área, porém proprietários descartaram restos mortais sem comunicar às autoridades sanitárias.
A raiva é uma doença grave, com letalidade próxima de 100% após manifestação dos sinais clínicos. Em situações suspeitas, recomenda-se observar o comportamento dos animais, evitar contato com morcegos mortos ou caídos e informar imediatamente à Vigilância Epidemiológica Municipal e Estadual. Em caso de mordida, arranhões ou contato com saliva de animais suspeitos, a orientação é procurar atendimento médico para avaliação e profilaxia antirrábica.
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