No fim da tarde desta sexta-feira (20), uma operação realizada por equipes do 12º Batalhão da Polícia Militar (BPM) teve início na região central de Camaçari e terminou na Avenida Jorge Amado, nas proximidades do Assaí Atacadista. A ação foi acompanhada pelo portal Mais Região e resultou na prisão de um homem de 52 anos, suspeito de participar de um grupo envolvido em furtos no município.
De acordo com informações apuradas pelo Mais Região, a quadrilha era composta também por quatro mulheres. O homem preso seria o condutor do veículo utilizado na ação e tentava sair da cidade quando foi alcançado pelas guarnições. As demais suspeitas conseguiram fugir.
Segundo a polícia, o suspeito dirigia um Fiat Grand Siena, de cor branca. Durante a tentativa de fuga, ele colidiu a lateral do carro em diversos veículos que estavam ao longo do trajeto. Após ser interceptado, foi encaminhado para a 18ª Delegacia Territorial (DT), onde o caso foi registrado.
Ainda conforme a PM, vítimas que tiveram veículos danificados compareceram à delegacia para registrar boletim de ocorrência. O proprietário de um dos estabelecimentos onde teriam ocorrido os furtos também esteve na unidade policial para formalizar a denúncia.
Em entrevista ao portal, a subtenente Edna Jesus explicou que a guarnição foi informada por transeuntes sobre um veículo “fazendo arrastão na área”.
“Fomos em acompanhamento a esse veículo (…) conseguimos interceptar o veículo ali na Avenida Jorge Amado, em frente aos supermercados Assaí. Todas as viaturas de polo se empregaram nessa prisão e trouxemos aqui para a delegacia”, relatou.
Ela acrescentou que comerciantes e pessoas que tiveram veículos danificados estavam na unidade policial prestando queixa.
O suspeito, que preferiu não gravar entrevista, afirmou ser motorista de aplicativo e negou participação nos furtos. Ele disse que conhecia duas das quatro mulheres e que não realizou a corrida pelo aplicativo por esse motivo. Segundo o relato, as mulheres entraram em uma loja e retornaram com mercadorias, e ele teria fugido após uma motocicleta disparar contra o seu veículo. A versão foi questionada pelos policiais, que apontaram que o motorista não parou ao perceber a aproximação da viatura. O caso segue sob investigação da 18ª DT de Camaçari.
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