O prazo de desincompatibilização estabelecido pela Justiça Eleitoral provocou uma verdadeira movimentação no cenário político nacional. Até este sábado (4), 11 governadores e 10 prefeitos de capitais deixaram seus cargos para se tornarem aptos a disputar as eleições de outubro.
A medida é uma exigência da legislação eleitoral para ocupantes de cargos executivos que desejam concorrer a outros postos. Apesar disso, a saída não garante candidatura, já que os nomes ainda precisam ser confirmados nas convenções partidárias e registrados junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), etapa prevista para agosto.
Entre os governadores que renunciaram, dois despontam como pré-candidatos à Presidência da República: Romeu Zema e Ronaldo Caiado. Zema, inclusive, também é cogitado para compor uma chapa como vice-presidente ao lado do senador Flávio Bolsonaro.
Os demais ex-governadores devem disputar vagas no Senado Federal. Deixaram os cargos: Gladson Cameli (AC), Wilson Lima (AM), Ibaneis Rocha, Renato Casagrande, Mauro Mendes (MT), Helder Barbalho, João Azevêdo, Cláudio Castro e Antonio Denarium.
Além dos governadores, dez prefeitos de capitais também deixaram seus cargos, a maioria com foco na disputa pelos governos estaduais. Entre eles estão Eduardo Paes, João Campos e Eduardo Braide.
No caso do ex-prefeito de Maceió, João Henrique Caldas, ainda não há definição se a disputa será pelo governo de Alagoas ou por uma vaga no Senado.
Confira abaixo a lista dos governadores que deixaram o cargo:
Confira a lista dos prefeitos de capitais que renunciaram até este sábado:
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