Wilian Tofoni, CEO da World Existe, aborda o quanto a ausência de Lionel Messi para a Argentina é também, em termos financeiros, também um prejuízo. Ele afirma que o patrocinadores que investem na Albiceleste tem grande interesse individualmente no atleta. No momento, há dois amistosos marcados em 2017 e é esperado que a ausência do craque diminuía até mesmo a renda com as bilheterias.
"Um jogo da seleção sem Messi produz 50% menos [receita]", analisa William Tofoni, CEO da World Eleven, empresa que organiza amistosos da Argentina, em entrevista a Goal. "O anúncio de sua renúncia, por agora, não modificam ou geram danos aos contratos. Além disso, nos dias de hoje, os telefones de todas as empresas explodem, desesperados para saber o que vai acontecer. Se a renúncia for definitiva, o primeiro conflito que algumas empresas terão", afirmou ele.
A ausência do 10 é um desastre economicamente para a Argentina, na visão do empresário. "Eu acho que todos nós podemos andar na rua e ninguém nos reconhece, mas ele...". "Com Lionel, temos crescimento em outros mercados, há amistosos em Daca, Bangladesh, contra Nigéria", concluiu ele.
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