16/08/2016 17h12 Atualizada há 10 anos atrás
Por: Redação Fonte: Bacelar
Este é um ano de eleições. Em outubro voltaremos às urnas, para eleger os prefeitos e vereadores que dirigirão os municípios do Brasil, pelos próximos quatro anos.
Precisamos escolher bem os nossos candidatos! Em política, temos um provérbio que diz: “O voto leva apenas um minuto, mas as suas consequências duram quatro anos”. E esta é a pura verdade; da escolha que fizermos agora, dependerá o futuro da nossa cidade, nos 48 meses que virão.
Neste momento de reflexão, em que pesamos a carreira e os valores de cada candidato, eu acredito que um dos pontos mais importantes seja a sua posição com relação à Educação; até porque no Brasil, infelizmente, existe um descaso histórico do governo com a Educação. E neste descaso está a raiz de nossos maiores problemas.
É na escola pública, que se forma ou não o cidadão; que se perde ou se ganha um País. Investir em Educação é poupar gastos em muitas outras áreas, como a Saúde, a Segurança, a geração de empregos e a inclusão social. Um ensino público de qualidade é a maior garantia de cidadania, de oportunidades iguais para todos, de capacitação profissional e social.
Educar é formar pessoas; é transformar a sociedade. Todos os países que investiram na Educação tiveram grande retorno em desenvolvimento, progresso e qualidade de vida para a sua população. Tamanha é a importância da Educação, que Rousseau, um dos maiores pensadores do mundo, declarou: “abrir uma escola é fechar um presídio”.
Se quisermos ter um Brasil realmente grande, necessitamos corrigir o nosso atraso com relação à Educação, principalmente no que toca à escola pública. Precisamos criar uma nova mentalidade de respeito e valorização aos professores e estudantes, oferecer escolas que proporcionem condições reais de ensino e aprendizado.
E para isso, precisamos ter administradores públicos comprometidos com a Educação; gestores que tenham consciência da sua importância e que a elejam como prioridade. Porque a Educação é a ponte para um futuro melhor; é o único caminho para uma sociedade mais justa e mais humana, onde existam a paz e o respeito mútuo.
Este é, portanto, o meu conselho a você, eleitor: ao escolher o seu candidato, não se esqueça de considerar a posição dele sobre a Educação. Se ele já tiver exercido ou estiver exercendo um mandato, veja o que fez pela escola pública; se estiver concorrendo pela primeira vez, procure ouvir as suas ideias sobre o assunto, saber o que ele julga mais importante para o País.
Pesquise. Analise e escolha o melhor candidato. E não se esqueça: cobre dele o trabalho pela Educação. Votar na Educação é votar por um Brasil melhor!
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