O deputado federal Cláudio Cajado (DEM) em participação no Programa Acorda Cidade da Laser FM avaliou o resultados das eleições em Dias d’Ávila. O parlamentar que não apoiou nenhuma candidatura durante o período eleitoral, relatou os motivos que o deixou afastado do pleito municipal.
De acordo com Cajado, uma divisão entre a oposição e as ideologias que novas lideranças pudessem surgir fizeram com que o deputado não compactuasse com a conjuntura oposicionista. “Achei pouco inteligente por parte do candidato Alberto Castro e seu grupo político em fazer um trabalho de divisionismo da oposição, no intuito de expressar que novas lideranças deveriam surgir, atropelando as lideranças estabelecidas”, justificou.
Para Cajado, Alberto Castro não tinha força política para conquistar a eleição para prefeito. “Na última eleição para deputado, Alberto Castro demonstrou que não tinha força eleitoral para 2016 sair candidato a prefeito, com chances de ganhar. Mesmo assim continuou com arrogância e prepotência de se considerar candidato e não abrir mão da candidatura, achando que seria eleito”, afirmou Cajado, que ainda acusou Alberto de ingratidão – “Ele esqueceu tudo que fiz por ele, desde ajuda pessoal, em que eu ‘dava mensal’. Ele absolutamente envaidecido com a questão de se tornar prefeito criou uma divisão com o grupo de Bosco e do vereador Júnior do Requeijão”, diz.
Durante participação ao vivo, o deputado federal apontou o deputado João Gualberto de ser cooajudador da campanha de Alberto Castro em Dias d’Ávila. “Existe uma assinatura clara que o deputado João Gualberto e Alberto Castro são corresponsáveis, pois protagonizaram um política errada, equivocada e egoísta, no ponto de vista de querer ter apenas o PSDB com centro do poder”, declara.
Ataque
Na oportunidade, Cajado falou sobre ‘obras marqueteiras’ no governo da prefeita Jussara Márcia (PT). “O governo de Jussara é uma falácia, todas as obras que ela diz fazer, com exceção das reformas de praças, são emendas parlamentares minhas, não tem nada dela, a não ser aqueles projetos marqueteiros de sua campanha política”, dispara.
Segundo Cajado, com a divisão da oposição a prefeita Jussara conquistou o direito de continuidade do seu governo, com a reeleição. “O povo ia rejeitar Jussara, pois a mesma obteve 45%. Com a divisão das oposição, ela teve o campo aberto para dá continuidade a esse governo incompetente, que será muito pior que os quatro anos que vão se findar agora em dezembro”, conclui.
Divisão
Durante a participação, Cajado mencionou que a divisão da oposição, deu margem para que surgisse um novo nome para disputar as eleições, o de Raimundo da JR. "Algumas pessoas que não tinham a visão de Alberto, começaram a ver que dentro dessa divisão tinha um espaço para se colocar na posição de líder, com isso surgiu a candidatura de Raimundo", completa.
Cultura Cinco quadrilhas disputam concurso junino neste sábado em Dias d’Ávila
Segurança Camaçari e Dias d'Ávila recebem novas viaturas semiblindadas para reforçar ações da Polícia Civil
Sustentabilidade CT do Bahia, em Dias d'Ávila, recebe certificação internacional por uso de energia renovável
No bairro Bosque Operação da PM apreende drogas e equipamentos do tráfico em Dias d’Ávila
Cidadania Dias d’Ávila realiza cerimônia de Juramento à Bandeira e entrega de Certificados de Dispensa na próxima quarta (8)
Segurança Operação Força Total é iniciada com a presença do comandante-geral da PMBA em Dias d’Ávila