De acordo com o delegado Fellipe Guerrieri, Carlos admitiu o crime em conversa informal, mas ficou calado durante o depoimento. Já, Adriano contou como tudo aconteceu. Segundo ele, a ideia era assustar os guardas, como entraram se ser percebidos, resolveram levar uma 'recordação' e furtaram uma impressora.
Ele afirmou que, em razão das festividades, ingeriu muita bebida alcoólica e quando estava passando perto da prefeitura com o Carlos, resolveu passar e assustar os guardas. Afirmou ainda que como entraram sem ser percebidos, resolveram levar uma 'recordação', no caso, uma impressora", disse o delegado ao G1 de Goiás.
Os dois ex-secretários arrombaram a porta da sala em que os itens estavam. De acordo com a polícia, além da impressora foram levados outra máquina do mesmo modelo e dois computadores, fato negado pela dupla. O guarda que estava de plantão no dia do acontecido foi ouvido, mas afirmou que não viu a dupla no local. Outras duas testemunhas vão ser ouvidas antes do andamento das investigações. Como não foram presos em flagrante, os ex-secretários foram liberados.
Eleições 2026 Vereador do PL acusa Ivoneide de “aterrorizar” trabalhadores após BYD negar contato sobre eleições
Operação Influenciadores são presos por esquema de jogos ilegais com R$ 84 milhões na Bahia
Caso de 2018 Justiça adia júri de mulher acusada de envenenar mãe e duas filhas em Maragogipe
Economia Receita envia cartas a 498 mil que estão na malha fina até o dia 20
Economia Bets começam a informar bancos sobre R$ 1,3 bilhão a devolver
Quase 10 anos depois Acusados pela morte de Valdir Cabeleireiro são condenados em Salvador