Muitas escolas abriram as portas sem receber o material didático, não há laboratório de informática e o fardamento ainda não chegou até os alunos. A merenda, nem sempre vem completa.
Em algumas unidades falta até banheiro, cobrar área de lazer parece luxo; os bebedouros estão quebrados, não há número suficiente de auxiliar de desenvolvimento infantil, nem vigilante ou auxiliar de limpeza. Muitas funcionam apenas pela abnegação de funcionários e professores.
Por isso, acredito na força de uma lei que vai transformar o estilo de pensar e agir dos governantes. A Lei de Responsabilidade Educacional pode girar o botão da realidade e sintonizar o canal que transmita um programa melhor, em condições de ser replicado em toda comunidade, pelo comprometimento com a qualidade do ensino.
Como relator da LRE que tramita no Congresso, tenho ampliado as conversações para que a Lei seja votada. Não há mais tempo a perder. Se um gestor for punido, tornando-se inelegível, porque caiu a qualidade do ensino durante o período de sua administração, certamente, o exemplo servirá para os outros.
Também a força que vem das ruas empurra os governantes a assumir uma nova postura; eles se reinventam, tentam mostrar que podem ser melhores, mais atentos às demandas dos jovens cidadãos. Construir esse caminho e seguir mais determinados para conquistar um sistema de educação fortalecido, sem retrocessos, depende de todos nós. Vamos juntos aguçar o espírito crítico para acompanhar e cobrar ações nesse sentido.
A começar pela aplicação da Lei.
Oportunidades Braskem abre nove vagas de estágio em Camaçari com bolsa de até R$ 2,8 mil
Apostas esportivas Bets começam a sair do ar nesta terça (6)
Líder na RMS Mais Região supera 47 milhões de visualizações nas redes sociais e amplia audiência digital nas Eleições 2026
Saúde Anvisa proíbe venda de insulina e tirzepatida irregulares
Justiça Acusados de matar Valdir Cabeleireiro enfrentam júri popular em Salvador
Lizandra Monteiro Quando o voto muda, o que mudou dentro de nós?