As Forças Armadas querem estrangular o crime organizado, fechando as rotas de entrada de armas e drogas no Rio, com o uso de Exército, Marinha e Aeronáutica. Essa é parte da estratégia definida pelos militares para a atuação no Estado até 31 de dezembro – prazo da intervenção federal aprovada ontem no Congresso.
Nessa estratégia, conforme o Estado apurou, caberá ao Exército bloquear acessos com postos de revista em três níveis. O primeiro será perto das divisas, em estradas como as BRs 101, 116 e 040. O segundo nível de bloqueio será feito no Arco Metropolitano (BR-493) e, por fim, o terceiro deve ocorrer na entrada de áreas dominadas por grupos armados, em uma estrutura parecida com a ação nas Favelas do Chapadão, na zona norte do Rio, e Kelson’s, na Penha.
Os planos reservam para a Marinha a fiscalização na Baía de Guanabara e no porto para controlar navios e contêineres. Embarcações que ancoram afastadas para esperar a fila do porto e as de passeio e de pesca também serão alvo de vigilância. A Aeronáutica e a Receita vão cuidar do Aeroporto Tom Jobim.
Neste domingo (4) Eleições 2026: saiba o que pode e o que não pode no dia da votação
Entenda Conta de luz fica mais barata em outubro com bandeira verde
Oportunidades IBGE autoriza seleção para mais de 27 mil recenseadores temporários
Após 20 dias Greve da Caixa chega ao fim após decisão do TST
Governo Lula Fila do INSS explode e chega a quase 3 milhões de pedidos em análise
Assistência Social Beneficiários com NIS de final 0 recebem Bolsa Família de setembro