O técnico Enderson Moreira deixou a serenidade habitual das suas entrevistas coletivas ao comentar o empate em 2x2 do Bahia com o Grêmio, pela 28ª rodada da Série A, na noite de sábado (6), em Porto Alegre. Ele endossou o coro puxado pelo zagueiro Lucas Fonseca e criticou duramente o árbitro paranaense Rodolpho Toski.
“Eu conheço Marinho, fui treinador dele. Ele é um jogador que às vezes vê uma perna e dá uma cambalhota. Se aquele lance foi suficiente para marcar um pênalti, nós teríamos uns três pênaltis ali em cobrança de escanteio no Nilton”, reclamou Enderson, referindo-se ao lance em que o árbitro marcou pênalti cometido por Gregore no atacante gremista.
O treinador continuou com o tom crítico ao juiz. “Ele é o cara que tem que manter a ordem e é o primeiro a provocar desordem. O árbitro não está preparado, na minha concepção, para apitar um jogo. (...) A gente vê muito árbitro olhando a camisa e o local onde está apitando”, reclamou. “Nós perdemos Nino Paraíba para o próximo jogo, que tomou o terceiro cartão amarelo num lance em que Élber sofreu uma falta por trás do Kannemann e ele não deu”.
Com 31 pontos, o Bahia está em 14º lugar no Brasileirão. “Hoje fica o gosto amargo da gente não ter conquistado os três pontos. Antes do jogo, um ponto seria extremamente gratificante. Se ele não erra na expulsão e no pênalti...”, disse Enderson.
O tricolor volta a campo no próximo sábado (13), às 21h, contra o Paraná. O jogo será em Pituaçu porque o gramado da Fonte Nova está sendo trocado.
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