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Mata de São João Juiz

Juiz coodernador do Cejusc destaca papel do Centro Judiciário

Sadraque Oliveira destacou o papel do judiciário, além de exemplos de conflitos que podem ser resolvidos por negociações.

14/02/2020 11h30 Atualizada há 6 anos atrás
Por: Redação Fonte: Redação
Juiz coodernador do Cejusc destaca papel do Centro Judiciário

O Centro Judiciário de Soluções de Conflitos e Cidadania (Cejusc) em Mata de São João oferta a população vários serviços desde janeiro, quando retomou as atividades após um ano parado. Em entrevista ao Programa É do Povo, transmitido pela Sauipe FM, o juiz e coordenador, Sadraque Oliveira destacou o papel do judiciário, além de exemplos de conflitos que podem ser resolvidos por negociações.

Conforme Sadraque, o Cejusc conta com o protagonismo dos sujeitos envolvidos diretamente no problema para a negociação e solução do conflito. “Ele traz uma forma diferenciada de entender a solução de um problema, uma forma que hoje está na concepção mais moderna de autonomia do sujeito. Por exemplo, João e Maria possuem um problema, então, ninguém melhor que ambos para entendê-lo e construir uma solução. O Cejusc é um espaço que vem na contramão da imposição de negociar um conflito. A chance de êxito e aceitabilidade para a solução construída é bem maior que a imposta pelo judiciário, de maneira tradicional”, avalia.

Segundo Sadraque, o Cejusc de Mata de São João tem em média 30 dias para designação da sessão de mediação. No encontro, as pessoas envolvidas são convidadas a comparecer, juntamente com o mediador e o supervisor, na unidade de Mata, o advogado Thiago Moura. “É uma forma muito  inteligente para a negociação de conflitos e pacificação social”, frisa.

Os conflitos mais comuns a ser resolvidos na unidade são os relacionados as questões familiares. “Divórcios; solução de união estável; pensão de alimentos, regulamentação de guarda, revisão de pensão, entre outros onde as partes podem negociar”, destaca.

O Cejusc foi implantado em Mata de São João em 2017, em parceira com a prefeitura e o judiciário.

Assista na íntegra a entrevista:


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