Moisés Reis dos Santos foi condenado a 20 anos três meses de prisão em regime fechado por homicídio qualificado por motivo torpe e ocultação de cadáver. O julgamento, que ocorreu no Tribunal do Júri do Fórum Desembargador Francisco Pondé Sobrinho, teve inicio às 9h40 e termino por volta das 18h30.
Além de Moises, o julgamento também teve como réu, Igor dos Santos Santana. Ele foi absolvido pelo Juri em vistas a denúncia do Ministério Público que pedia a absolvição do acusado por entender que Moisés teria o coagido a enterrar o corpo.
Em seu depoimento, Igor disse que recebeu o convite de Moisés para fumar, e que quando chegou no local se deparou com o corpo, e que o colega, armado, o obrigou a enterrar o cadáver.
O Mais Região apurou que Moises se manteve em silêncio e só respondeu aos questionamentos do seu advogado de defesa.
De acordo com a investigação da Polícia Civil, Moisés, conhecido como Galego, matou e enterrou Bruno Michel Alves dos Santos no dia 11 de maio de 2017, no distrito de Amado Bahia. Na época, o acusado confessou também que havia mata e enterrado outro jovem: Paulo Alves dos Santos, conhecido como ‘Paulinho’, assassinado no dia 19 de julho de 2017, no Caboré. Os corpo foram encontrados em novembro de 2018.
Moisés ainda detalhou à polícia que tatuou em seu corpo um cemitério, em que cada túmulo corresponde a uma morte.
Esporte Aquático Atleta de Mata de São João faz história e conquista título geral do Molokabra 2026
Oportunidades SineBahia oferece 71 vagas de emprego em Mata de São João nesta quinta (8)
Saúde Hospital de Mata de São João realizou mais de 2.200 mamografias de janeiro a setembro
Programação infantil Escola Municipal Monsenhor José Astrogildo realiza Semana da Criança com atividades em Mata de São João
Pela vida Corrida Suave promove mobilização pela saúde mental e física em Mata de São João
Temporada 2026/2027 Praia de Santo Antônio recebe Bandeira Azul em Mata de São João