Prestes a estrear no espetáculo "O Veneno do Teatro", peça que será levada pela primeira vez nesta sexta-feira (23), em São Paulo, Osmar Prado negou dois convites da TV Globo para poder retornar aos palcos — um para o folhetim "Guerreiros do Sol", com previsão de estreia em 2025, e outro para o remake de "Renascer".
Sobre a tentação de reviver Tião Galinha na telinha, 30 anos depois, em vez de voltar aos teatros, de onde ficou afastado por bastante tempo, ele reafirmou sua insubordinação à indústria. "Eu sempre incomodei e vou continuar incomodando. Na primeira versão, eu tive uma queda de braço por questões financeiras e pedi para matar o personagem antes do previsto", disse em entrevista à Folha de SP.
Sem contrato fixo com a emissora desde 2022, Prado quer aproveitar a liberdade que o teatro assegura. Mas, garante, também interfere ativamente em suas atuações televisivas. "Tenho o privilégio de dizer que eu crio todos os meus personagens como quero, até Che Guevara eu já citei em novela da Globo", diz.
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