Após milhares de demissões entre novembro de 2022 e maio de 2023, a Meta, proprietária do WhatsApp, anunciou corte na verba de checagem de fatos no aplicativo de mensagens instantâneas.
A decisão acontece no ano em que se disputam eleições municipais em todas as unidades federativas do Brasil, com exceção do Distrito Federal. A justificativa da Meta é que a empresa passa por dificuldades financeiras, ainda que o lucro líquido entre 2022 e 2023 tenha tido alta de 69%, levando a empresa a alcançar US$ 39,1 bilhões no período.
Uma das principais fontes de desinformação durante eleições é o WhatsApp. Grupos públicos costumam atrair cada vez mais pessoas, após a decisão da Meta de tornar ilimitado o número de seguidores em canais do aplicativo, o que já era possível no concorrente Telegram.
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