O SUS oferece a vacina contra o HPV, um vírus associado a mais de 90% dos casos de câncer de colo do útero e fator de risco para desenvolvimento de câncer no ânus, pênis, vulva, vagina e de cabeça e pescoço (uma região conhecida como orofaringe).
O imunizante está disponível desde 2014, quando foi incluído no Plano Nacional de Imunizações (PNI). Primeiro, foi oferecido só para meninas. Os meninos entraram para o público-alvo em 2017.
No entanto, mesmo sendo gratuita e protegendo contra diversos tipos de câncer, a vacinação ainda não atingiu os índices esperados no país, principalmente entre os meninos. Segundo especialistas, entre as motivações estão a desinformação e o preconceito.
Depois da vacina contra a Covid-19, a da HPV está no topo da lista dos negacionistas e do movimento antivacina, segundo o pediatra e infectologista Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).
Eles justificam, por exemplo, que o imunizante pode estimular uma vida sexual mais precoce
Trânsito Trecho da BR-324 no sentido Feira de Santana é liberado após interdição
Turismo Festival Sabores de Itacaré começa nesta sexta (10) com shows gratuitos de Filhos de Jorge e Noelson do Cavaco
Economia Governo adia reunião que pode aumentar etanol na gasolina para 32%
Apoio logístico Justiça Eleitoral começa a convocar mesários para eleições de outubro
Projeto de Lei Pagamento automático de pensão alimentícia é aprovado no Senado
Crime Suspeito de feminicídio é preso em menos de quatro horas após crime em Salvador