O ex-chefe da Polícia Civil no Rio de Janeiro, delegado Rivaldo Barbosa, assumiu o cargo em 13 de março de 2018, na véspera do assassinato da vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes. Ele foi preso na manhã deste domingo (24) sob suspeita de ser um dos mandantes do crime.
O assassinato da vereadora e do motorista aconteceu na noite do dia 14.
Além dele, os irmãos Chiquinho Brazão (União Brasil-RJ), deputado federal, e Domingos Brazão, conselheiro do TCE (Tribunal de Contas do Estado) do Rio também foram presos.
Ambos são suspeitos de serem os autores intelectuais dos crimes de homicídio, de acordo com a investigação.
A operação Murder Inc., realizada em conjunto com a Procuradoria-Geral da República e o Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, responsável pelas prisões, também está apurando os crimes de organização criminosa e obstrução de justiça. Sob a chefia de Rivaldo, a Civil do Rio cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão ligados às mortes.
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