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Manoel Jorge da APLB Sindicato destaca conquistas em 14 anos de atuação

O diretor sindical participou do programa É do Povo, desta quarta-feira (10)

10/04/2024 14h04 Atualizada há 2 anos atrás
Por: Redação Fonte: Mais Região
Keila Abreu/Mais Região
Keila Abreu/Mais Região

Com duas décadas e meia de comprometimento com a educação de Mata de São João, Manoel Jorge, diretor sindical do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), foi entrevistado pelo programa É do Povo. Ao longo de 14 anos de atuação, destacou uma série de conquistas da categoria, incluindo aumento progressivo nos percentuais salariais, estabilidade de locação nas unidades, presença de coordenadores pedagógicos nas escolas e acesso ao transporte tarifa Zero para a Zona Rural, além da implementação do almoço nas escolas.

Dando seguimento as conquistas, o diretor sindical lembrou também que “Todos esses anos que a gente tem militado em Mata de São João, a gente tem tido reajustes. A gente só não teve reajustes em 2020 por causa da pandemia”, pontuou.

Além de falar sobre a questão das conquistas na área educacional de Mata de São João, Manoel também disse que quando o assunto são os precatórios de Mata, ele é a pessoa que mais conhece sobre o assunto.

“Na verdade, eu acho que sou a pessoa que mais conhece sobre esses precatórios de Mata, porque a gente da APLB tem atuado sobre esse tema desde 2017”.

Sobre os precatórios, o diretor sindical enfatizou que é um direito dos trabalhadores, que deve ser reconhecido e que Mata de São João tem uma arrecadação boa.

“Porque é um direito, digamos assim que deve ser reconhecido, porque é um dinheiro nosso. Dinheiro do trabalhador. Aqui em Mata de São João nós temos uma arrecadação boa. Temos aqui escolas exponenciais bem feitas. Tem uma estrutura toda montada”, afirmou Jorge.

Em seguida, Manoel também comentou que a APLB segue firme na luta e na esperança em resolver essa situação.

[...] “Então, hoje, eu acho que é pacífico, eu acho que é tranquilo pro município fazer esse rateio, basta querer. Então, eu fico: vamos pra um acordo judicial. Nós entramos na justiça para resguardar esse direito. Se a gente não judicializasse, aí já teria gasto tudo. não teria nenhum centavo para gente brigar. Aí a gente tá na luta, tá na esperança”, ressaltou.

Quando o assunto foi política e eleições municipais, Manoel Jorge disse que seu nome está à disposição para ser candidato a vereador e lutar pela direitos da categoria.

“Inclusive eu tou colocando meu nome à disposição para ser candidato a vereador.  Eu acho que aí na Câmara, a gente pode fazer uma diferença. A gente tem as vezes alguns professores que são eleitos vereadores, os professores não entendem da nossa luta, das nossas causas, não convivem como nós que somos lideranças do movimento, que sabemos quais são as nossas pautas, nossas lutas, nossas necessidades, nós conhecemos as nossas leis”.

Além disso, ele também comentou que a Câmara de Mata de São João precisa de um “representante classista”.

“Então, eu sempre decidi que os professores precisam ter um representante classista, que represente de fato não só a classe, a classe dos professores, mas a classe dos professores, dos educadores e que amplie a discussão para a questão da educação”, frisou Jorge.

Por fim, o diretor sindical da APLB disse que estará lançando a prestação de contas que tem feito durante esses anos. Além de cobrar da gestão municipal um ajuste na jornada de trabalho.

“Vamos estar lançando inclusive aqui no portal do Mais Região, a prestação de contas que temos feitos durante esses anos. [...] Eu sempre digo que a gente precisa ajustar a jornada de trabalho. Acho que a gestão pública de Mata de São João erra nesse ponto de não cumprir. A gente precisa pautar isso. Tem o enquadramento, a questão dos professores, mas tudo isso vai se ajudando paulatinamente, vai resolvendo os problemas”, finalizou Jorge.

Assista ao trecho da entrevista

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