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Mata de São João Mata de São João

Funcionários e ex-funcionários de obra de Colégio Estadual fazem nova paralisação por falta de pagamento

Além da falta de pagamento, eles também mencionaram outros problemas.

06/06/2024 12h04 Atualizada há 2 anos atrás
Por: Sonilton Santos Fonte: Mais Região
Sonilton Santos/Mais Região
Sonilton Santos/Mais Região

Os funcionários e ex-funcionários do Consórcio Escola 8 realizaram uma nova paralisação nesta quinta-feira (6) na obra do Colégio Estadual em Mata de São João, em protesto contra a falta de pagamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e a rescisão contratual. O ato ocorre na Av. Laurindo Régis.

Um ex-funcionário, entrevistado pelo Mais Região, relatou: "Saímos no dia 14 do mês passado e temos 10 dias para receber a rescisão e mais 5 para o FGTS. Viemos cobrar nosso FGTS, mas a empresa ainda não se posicionou. Prometeram depositar de ontem pra hoje, mas verificamos e nada foi depositado, então estamos aqui protestando."

Ele acrescentou que a empresa fica “enganando, falando que ia cair na conta, que era pra gente olhar, e mandando a gente ir na Caixa. A gente não vai porque a gente tem um aplicativo aqui e olha, mas não caiu nada”, afirmou.

Outro problema relatado pelos trabalhadores é a ameaça de corte de pagamento dos dias de protesto. "Não é justo virmos até aqui, sairmos de nossas casas para trabalhar e, ao chegar, termos o dia cortado. Estamos aqui para trabalhar e queremos nosso FGTS, incluindo os 40% adicionais que também não foram pagos. Eu mesmo tenho quatro meses de FGTS atrasados”.

Além da questão do FGTS e da rescisão contratual, os trabalhadores denunciaram outros problemas, como a má qualidade das refeições, materiais de trabalho de baixa qualidade, más condições dos banheiros e falta de transporte.

Nossa equipe tentou obter um posicionamento do Consórcio Escola 8, prestadora de serviços da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), mas fomos informados que não havia nenhum representante disponível no local.

Na paralisação anterior, no dia 27 de maio deste ano, um ex-funcionário explicou ao Mais Região que a paralisação aconteceu porque a empresa não cumpriu a promessa.

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