O vice-presidente do União Brasil, ACM Neto, condenou o governo Jerônimo Rodrigues por permitir que chefes de tráfico de drogas cobrem pedágio em comunidades de Salvador. Neto destacou a necessidade de mudanças urgentes para combater a violência e o tráfico de drogas nas comunidades da cidade.
“Muitas vezes hoje, para entrar numa comunidade de Salvador tem que pagar pedágio ao chefe do tráfico de drogas por essa pouca vergonha que se instalou na segurança pública”, afirmou ACM Neto.
O presidente da Fundação Índigo prometeu levar sua luta adiante, utilizando seu principal recurso: a voz. “E é exatamente para representar os milhões de baianos que não aceitam isso, que querem ordem, querem paz, querem que preserve as famílias, querem que cuide das vidas, eu estou aqui, vou para a luta, vou para o campo de batalha com o instrumento mais valioso que eu tenho na minha vida, que é a minha voz. Quem me conhece sabe que eu sou um defensor intransigente da democracia, porque é nela que a gente pode se expressar, é nela que a gente pode dizer o que a gente pensa”, declarou.
O ex-prefeito de Salvador também reafirmou sua posição como opositor ao governo estadual, argumentando que sua convicção e coragem são reforçadas pelas críticas e ataques que recebe. “Eu hoje estou na oposição ao governo do Estado da Bahia com toda convicção e coragem. E cada vez que eu vejo que a resposta deles, alguma crítica minha, é me atacando, eu vejo que vale a pena continuar a luta. Eles podem continuar me atacando, mas não vão me calar”, enfatizou.
Governo Federal Lula faz gesto com dedo do meio durante discurso no Planalto e gera repercussão
Justiça Moraes prorroga prisão domiciliar de Bolsonaro, mantém tornozeleira e determina apreensão de armas
Parceira Lula liga para Jerônimo e manda recado para políticos baianos; assista
AtlasIntel/Bloomberg 74% acreditam que Jaques Wagner recebeu vantagens do Banco Master, aponta pesquisa
Internacional Número de mortos por terremotos na Venezuela chega a 2.295; governo decreta sete dias de luto
Política Câmara aprova urgência para projeto que equipara misoginia ao crime de racismo