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Geral Sustentabilidade

Braskem inicia migração de unidade em Camaçari para mercado livre de gás natural

Projeto abrange unidades na Bahia, São Paulo e Rio Grande do Sul, reforçando eficiência energética e estratégia de descarbonização

23/09/2025 20h32
Por: Luana Velloso Fonte: Correio24horas
Crédito: Divulgação Braskem
Crédito: Divulgação Braskem

A Braskem deu início à migração parcial da unidade Q1, no Polo Industrial de Camaçari, para o mercado livre de gás natural, em um movimento que integra seu plano de transição energética e compromisso com sustentabilidade. O processo visa construir uma matriz mais eficiente, competitiva e de baixo carbono, seguindo ações já concluídas em São Paulo e Rio Grande do Sul. (Publicado em 23/09/2025)

O projeto, realizado por meio da Voqen, comercializadora de energia elétrica e gás natural da Braskem, já firmou contratos com seis fornecedores e deverá atingir 1 milhão de m³/dia comercializados com consumidores livres em outubro de 2025. A migração na unidade baiana será gradual: a primeira fase, com 50 mil m³/dia, começou em 1º de setembro, e a segunda, de 300 mil m³/dia, está prevista para janeiro de 2026. A unidade consome ao todo 900 mil m³/dia.

No Rio Grande do Sul, a planta Q2 iniciou operações no mercado livre em 1º de agosto de 2025, com consumo de 350 mil m³/dia e economia estimada em R$ 2 milhões por mês. No ABC Paulista, a migração já consolidada nas plantas Q3, PE7 e PP4 atingiu mais de 700 mil m³/dia, resultando em redução de penalidades, acesso a gás competitivo e otimização contratual.

Segundo Gustavo Checcucci, diretor de Energia e Descarbonização Industrial da Braskem, “cada etapa da transição energética é, ao mesmo tempo, uma conquista operacional e uma declaração de futuro, conectando competitividade e sustentabilidade, com benefícios para a companhia e a sociedade”.

Carlos Alfano, diretor Industrial da Braskem na Bahia, reforça que a iniciativa alia eficiência, competitividade e ecoeficiência, essenciais para a indústria diante do cenário atual. A companhia projeta migrar todas as plantas industriais para o mercado livre até o final de 2026, alinhando-se ao compromisso global de reduzir em 15% as emissões de gases de efeito estufa até 2030.

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