O Tribunal Superior do Trabalho determinou que os Correios mantenham 80% do efetivo em atividade durante a greve da categoria, iniciada na terça-feira (16). A decisão liminar foi proferida pela ministra Kátia Magalhães Arruda, após pedido da estatal, e vale para os sindicatos que representam os trabalhadores.
Segundo o TST, ao menos nove estados aprovaram e realizam a paralisação das atividades, Ceará, Paraíba, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A medida prevê multa diária de R$ 100 mil por sindicato em caso de descumprimento da determinação.
No entendimento da ministra, o serviço postal possui caráter essencial e não pode ser totalmente interrompido. Kátia Magalhães Arruda também destacou que a greve foi deflagrada durante a tramitação de um dissídio coletivo no próprio Tribunal Superior do Trabalho.
Os trabalhadores reivindicam a aprovação de um novo acordo coletivo de trabalho, reajuste salarial e soluções para a crise financeira enfrentada pela estatal. A empresa deve receber um empréstimo de R$ 12 bilhões, garantido pelo Tesouro Nacional, para cobrir prejuízos recentes.
Em nota, os Correios informaram que todas as agências permanecem abertas e que medidas de contingência foram adotadas para reduzir os impactos do movimento grevista à população.
Eleições 2026 Lula registra 9,9 milhões de interações nas redes e supera Flávio Bolsonaro após 1º turno
Eleições 2026 Record cancela debate presidencial do segundo turno após ausência de Lula e Flávio Bolsonaro
Eleições 2026 Brasil não será governado por sócios do Banco Master, diz Lula em ato
Eleições 2026 AtlasIntel divulga 1ª pesquisa de 2º turno à Presidência; veja números
Política Flávio Bolsonaro fará comício no Farol da Barra em 17 de outubro
Eleições 2026 Augusto Cury anuncia apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno e cobra compromisso com oito propostas