O presidente do PL na Bahia e ex-ministro da Cidadania do Brasil, João Roma, ressaltou a liderança do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e fez duras críticas ao aumento de impostos e às políticas adotadas pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As declarações foram dadas ao portal Mais Região, durante entrevista concedida na manhã desta quinta-feira (15), durante a tradicional Lavagem do Senhor do Bonfim, em Salvador, que reuniu diversas figuras políticas.
Em tom político e religioso, Roma destacou a importância da fé como elemento de fortalecimento pessoal e coletivo, ressaltando que não costuma fazer pedidos de cunho material em momentos litúrgicos. “Nós estamos aqui pedindo que ele ilumine nossos caminhos, que reforce a nossa fé, que faça com que a gente possa agir com Deus no coração. É muito importante esse ato litúrgico para fortalecer e reforçar todos nós, inclusive no plano espiritual”, afirmou.
Ao abordar o cenário político nacional, o dirigente do PL avaliou que o senador Flávio Bolsonaro surge como uma liderança capaz de reorganizar e unificar um grupo político que, segundo ele, estava fragmentado. Para Roma, a presença do parlamentar tem refletido positivamente junto à população. “Acho que nós estávamos muito desagrupados e eu acho que a chegada dele rapidamente já mostrou não só uma força na intenção de voto da população, como também um estilo de conversar com as pessoas, um estilo de dar perspectiva para que o Brasil seja de fato uma grande nação”, declarou.
João Roma também fez críticas à política econômica do governo Lula e à gestão petista na Bahia, apontando aumento da carga tributária e ausência de resultados concretos para a população. “É um modelo com menos impostos, diferente de como tem sido esse período de 20 anos do PT na Bahia, que não conseguiu melhorar a vida do nosso povo, ampliou a cobrança de impostos e fez muitas promessas”, disse.
Na avaliação do ex-ministro, as consequências dessas políticas recaem diretamente sobre a população mais vulnerável. “O resultado disso é a população sem perspectiva de melhora de vida, sendo manipulada por um governo que quer manter as pessoas na miséria, na pobreza, em situação de dificuldade”, concluiu.
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