O pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto, afirmou neste domingo (15) que ainda não definiu o nome que irá compor sua chapa como vice-governador nas eleições de 2026. Em entrevista ao Bahia Notícias, parceiro do Mais Região, o ex-prefeito de Salvador destacou que o escolhido deverá ter forte representatividade política no interior do estado.
Segundo Neto, diversos nomes têm sido especulados nos bastidores, mas sem qualquer definição oficial. “Vários nomes foram especulados, como Sheila de Conquista, Zito de Barreiras, Susana e Isaac de Juazeiro… Muitos nomes são especulados, mas sem nenhum fundamento até então. Não houve da minha parte nenhuma decisão sobre quem será essa pessoa”, afirmou.
O presidente da Fundação Índigo ressaltou que o perfil já está traçado: alguém do interior ou com forte influência política fora da capital, com capacidade de articulação e respaldo de partidos e lideranças regionais. A definição do nome, segundo ele, deve ocorrer ao longo do mês de março.
Antes disso, a prioridade do grupo é definir o partido do senador Angelo Coronel, que anunciou sua saída da base do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e será candidato ao Senado na chapa de oposição. Apesar das especulações sobre uma possível filiação ao União Brasil, Neto afirmou que não há exigência quanto à sigla e que a decisão deve ser fechada até o fim do mês. Só após essa definição é que a escolha do vice será consolidada.
Cultura Teatro Castro Alves é reinaugurado após reforma de R$ 260 milhões e volta a receber público em Salvador
Ordem de Serviço Salvador inicia obras de policlínica de R$ 43 milhões com previsão de 40 mil atendimentos por mês
Na São Cristóvão Jovem de 19 anos é baleado após trocar tiros com a polícia em Salvador
Câncer de pele Lula cancela participação no desfile do 2 de Julho por recomendação médica durante tratamento de radioterapia
Salvador Justiça concede liminar e determina soltura de investigado por importunação sexual no metrô
Justiça Júri condena dois policiais militares pela morte de Geovane Mascarenhas após quase 12 anos do crime