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Materiais escolares podem colocar em risco a saúde das crianças

Entre as mais variadas opções de cores, desenhos e formatos, os consumidores devem estar atentos a qualidade dos itens utilizados dentro e fora das salas de aula.

21/01/2015 15h26
Por: Redação
Tribuna Com a volta às aulas, papelarias e livrarias de todo o país ficam lotadas de pais e filhos à procura de materiais escolares para o início deste ano letivo. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) possui variadas normas sobre o tema, as quais garantem mais segurança aos alunos e mais tranquilidade aos pais. Algumas dicas para o que os consumidores devem atentar na hora da compra: -- Nos cadernos espiralados, o acabamento dado nas extremidades das espiras metálicas deve formar travas que impossibilitem a formação de pontas agudas. O arame metálico deve ser revestido -- Nos cadernos grampeados, o arame deve ser revestido -- Os artigos escolares destinados a crianças com até quatro anos não podem ter bordas cortantes nem mesmo funcionais -- Lancheiras e merendeiras não podem ter alça com comprimento livre de cordas e elásticos que possam se enroscar para formar uma volta ou um laço -- Os artigos destinados às crianças maiores de três anos, que apresentarem partes pequenas, devem ter advertência de faixa etária imprópria, seguido da indicação do perigo específico em sua embalagem do produto e/ou embalagem expositora -- A embalagem deve ser adequada ao tamanho do produto, evitando amassamento e outros defeitos que possam comprometer a sua qualidade ou utilização -- Nas etiquetas ou rótulos de identificação da embalagem devem constar as seguintes informações: número de unidades, marca do produto, CNPJ e endereço eletrônico do fabricante, além das informações adicionais (Foto:Arquivo Mais Região) 
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