Tribuna De acordo com o colunista Felipe Patury da revista Época, o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), ?estaria com um pé no PDT?. A nota do jornalista alimenta a história da possível saída do democrata ou a fusão das duas agremiações. Segundo Patury, três fatos fizeram as conversas avançarem nos últimos dias. Em dezembro, Neto criou a Secretaria de Trabalho e nomeou uma pedetista para chefiar a pasta, Andrea Mendonça, irmã do deputado federal e presidente estadual da agremiação, Félix Mendonça Jr. Depois, orientou os deputados do DEM a votarem no candidato do PDT ao comando da Assembleia baiana. À coluna, o presidente do PDT, Carlos Lupi, diz: ?São sinais de que o prefeito nos quer ao lado dele?. O rastro da possibilidade é visto com as novas investidas do democrata em tê-los ao seu lado. ?Na semana passada, o PDT rompeu com o governador da Bahia, o petista Rui Costa, principal adversário de ACM Neto. O motivo: Costa disse aos pedetistas que eles deveriam escolher entre participar do governo do PT no Estado ou da gestão do DEM na capital. Fez-se a escolha?, encerra a nota. Resta saber como os demais pedetistas analisarão a notícia. O PDT baiano, neste ano, terá novas eleições para o comando da sua Executiva. O deputado Félix Mendonça deverá bater chapa com o presidente da Assembleia e deputado estadual Marcelo Nilo (PDT). Nilo, por sua vez, é ligado ao governador Rui e tem interesse de levar a agremiação de volta à base governista, o que com um possível ingresso de Neto poderá atrapalhar os planos. A notícia também vem reforçar a possibilidade da refundação do PL na Bahia vir pelas mãos de Nilo, que, apesar de dizer que não deixa o PDT, está em articulações intensas na formalização da agremiação e assim ter um partido para chamar de seu. (Foto:Reprodução)
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