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Elcinho nega ter procurado Gualberto para dar apoio

Elsinho negou o ocorrido durante participação no Programa Acorda Cidade, na Rádio Laser, nesta sexta-feira (17).

17/06/2016 09h47 Atualizada há 10 anos atrás
Por: Redação Fonte: Maryane Meira
Elcinho nega ter procurado Gualberto para dar apoio

O vereador Elcinho (PR) desmentiu a declaração do deputado federal João Gualberto (PSDB), onde o parlamentar afirma que ele e o seu colega de partido, Paulo Bolinha, ofereceram apoio e queriam se aliar ao seu grupo político na última campanha eleitoral, em 2012. 

O parlamentar negou o ocorrido durante participação no Programa Acorda Cidade, na Rádio Laser FM, nesta sexta-feira (17).

Elcinho confirmou que realmente esteve com Gualberto a pedido do deputado Pedro Tavares (PMDB) e na oportunidade, o pedido de apoio partiu do ex-prefeito e não dele. “Prova disso é que estivemos acompanhando o Dr. Alan que saiu candidato a prefeito na última eleição, além disso, depois ele (Gualberto) ofereceu à Paulo Bolinha a presidência da câmara, a presidência do partido e cargos a pessoas ligadas ao vereador”, declara.

Na entrevista, realizada ontem, João Gualberto afirmou que rejeitou o apoio, pois não pretendia se aliar com pessoas que não confia e não faz bem à população, se referindo aos vereadores de oposição e a ex-prefeita Márcia Dias. “Em 2012, o deputado, Pedro Tavares (PMDB) me procurou para oferecer o apoio da ex-prefeita Márcia Dias juntamente com os vereadores Paulo Antunes (agora no PR) e Elcinho (agora no PR), na reunião eu afirmei que não tinha condições de aceitar o apoio, porque no meu discurso durante minha campanha, afirmei que a ex-prefeita Márcia era uma pessoa corrupta e essa aliança não seria boa para a sociedade, pois eu respeito a população”, ressalta.

Segundo informações, o vereador Elcinho tentou participar ao vivo do programa ontem, mas não teve êxito. “Estou ligando hoje para realmente esclarecer a população sobre essa inverdade que o deputado disse”, frisa. E ainda completou – “O deputado tem que ter vergonha e dor na consciência, quando chamar uma mãe de família de vagabunda, pois ele está chamando também todas as mulheres da cidade de vagabunda. Isso é política baixa!”, conclui.

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