O Centro de Operações e Inteligência de Segurança Pública 2 de Julho foi inaugurado nesta segunda-feira, 18, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador. O espaço conta com uma sala de monitoramento com mais de mil câmeras integradas ao sistema.
A ideia é acompanhar imagens da capital e do interior da Bahia, mas, por enquanto, são monitorados apenas as ruas de Salvador, Lauro de Freitas e da ilha de Itaparica.
As câmeras são do Governo do Estado, da CCR Metrô, das concessionárias que administram as BR-324 e BR-116 e da rede privada. Mais de 400 profissionais acompanham as imagens.
O equipamento vai funcionar como cérebro operacional para ações de segurança no estado, integrando as polícias Militar, Civil e Técnica, além do Corpo de Bombeiros.
De acordo com o secretário de Segurança Pública, Maurício Barbosa, o Centro de Operações e Inteligência (COI) vai melhorar a prestação dos serviços de segurança pública. Para tanto, outros atores, como Ministério Público, Justiça, Educação e a própria família, também deverão estar envolvidos.
"Vamos melhorar a cada dia a prestação dos nossos serviços, consequentemente aumentar nossa produtividade e tentar evitar ao máximo as ocorrências criminais. Agora, depende também do trabalho de outras instituições. É um trabalho conjunto", afirmou ele, acrescentando que "nós não temos a pretensão de reduzir a zero a criminalidade, porque isso é impossível no dia de hoje".
Com investimento de R$ 260 milhões, o centro de operações policiais da Bahia é o maior da América do Sul.
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