Os bancários da Bahia realizaram uma assembleia, na noite desta segunda-feira (3), e decidiram pela manutenção da greve que já dura 28 dias. A reunião foi realizada na sede do sindicato localizado na Ladeira dos Aflitos, em Salvador. A paralisação começou no dia 6 de setembro e, segundo o sindicato, segue sem previsão de término, devido à falta de acordo com os bancos.
Conforme o sindicato da categoria, das 1.232 agências da Bahia, 953 estão fechadas. EmSalvador, das 321 unidades, 274 agências não estão em operação, aponta o balanço.
De acordo com o presidente do sindicato na Bahia, eles não aceitarão um reajuste salarial abaixo da inflação. "Esperamos que os bancos apresentem uma proposta justa. Estamos abertos ao diálogo e queremos resolver o impasse".
Os bancários reivindicam reajuste salarial de 14,62% (reposição da inflação mais 5% de aumento real), PLR (Participação nos Lucros e Resultados) de três salários mais R$ 8.317,90, contratações, segurança e melhores condições de trabalho e atendimento à população, além da redução de juros e tarifas. Já os bancos propõe um reajuste de 7% para os salários e benefícios, mais abono de R$ 3,8 mil.
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