A obra foi embargada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), órgão que fica subordinado ao Minitério da Cultura. Por conta do episódio, Calero se demitiu do cargo, alegando sofrer pressão.
A assessoria do Palácio do Planalto divulgou nota sobre o caso, afirmando ainda que as decisões sobre a obra em Salvador seguirão "critérios técnicos" e que o Iphan terá sua autonomia respeitada.
Hoje pela manhã, cinco dos sete conselheiros da Comissão de Ética da Presidência da República votaram a favor de uma investigação para apurar a denúncia contra Geddel. O julgamento acabou sendo suspenso por conta do pedido de vista do conselheiro José Saraiva e a discussão será retomada somente em dezembro.
Leia a nota divulgada pelo Planalto:
"Em primeiro lugar, o ministro Geddel Vieira Lima continua à frente da Secretaria-Geral da Presidência. O presidente Michel Temer ressalta, adicionalmente, que todas as decisões sob responsabilidade do Ministério da Cultura são e serão encaminhadas e tratadas estritamente por critérios técnicos, respeitados todos os marcos legais e preservada a autonomia decisória dos órgãos que o integram, tal como ocorreu no episódio de Salvador."
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