O governo federal declarou a empresa Alumini Engenharia S/A inidônea, o que a impede de firmar contratos com a administração pública. A medida, uma decorrência da Operação Lava Jato, foi divulgada ontem (1º) pelo Ministério da Transparência e publicada nesta quinta-feira (2) no Diário Oficial da União.
O despacho publicado hoje afirma que a Alumini recebeu a sanção “por ter efetuado pagamento de propina a agentes públicos da Petrobras S/A com finalidades ilícitas, tais como exercer influência indevida sobre esses agentes e deles receber tratamento diferenciado”.
A companhia ficou proibida de licitar e firmar novos contratos com órgãos e entidades governamentais por, pelo menos, dois anos. De acordo com as investigações, a Alumini, que se encontra em recuperação judicial e antes se chamava Alusa Engenharia, foi beneficiária de contratos superfaturados de obras na Refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco.
A Alumini é a sexta empresa declarada inidônea pelo governo por causa das investigações da Lava Jato. As outras foram Mendes Júnior, Skanska, Iesa Óleo & Gás, Jaraguá Equipamentos Industriais e GDK S/A. Os processos são de responsabilidade da Controladoria-Geral da União (CGU).
Eleições 2026 Termina nesta quinta (22) o prazo para realização de comícios e ações de campanha
Disputa Eleitoral Kassio Nunes Marques descarta proibição de canais do WhatsApp antes da eleição
Justiça Democracia exige que perdedor respeite as regras do jogo, diz Fachin
2º Turno TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição
Eleições 2026 Conselho da Meta aponta falhas recorrentes e cobra transparência na moderação eleitoral
Evolução clínica Roberta Roma recebe alta após cinco dias internada com dores no peito